terça-feira, 20 de outubro de 2020

COMIPA PREPARA TRÍDUO MISSIONÁRIO PAROQUIAL EM BURITICUPU

Na noite desta segunda-feira (19), o Conselho Missionário da Paróquia Santa Rita de Cássia, esteve reunido para preparar os últimos detalhes  do tríduo missionário 2020.

O encontro foi de grande relevância para animar e motivar os missionários para viver mais um grande momento de animação missionária paroquial. Estiveram presentes os membros do COMIPA e lideranças de comunidades.

O tríduo missionário vai iniciar no próximo dia 22 de outubro e vai até o domingo dia 25, vamos realizar celebrações com animação missionária, mística, recordação da vida, louvor e compromisso.

Segue abaixo a programação.

Dia 22/10 - Abertura na matriz, com a Mística missionária e todas as comunidades juntas.

Dia 23/10 - Via Sacra em cada comunidade paroquial.

Dia 24/10 - Renovação das promessas batismais, em cada comunidade paroquial. 

Dia 25/10 - Dia do louvor e compromisso, em cada comunidade paroquial.






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EM NOME DE DEUS

Em nome de Deus, algumas instituições humanas justificaram suas práticas violentas para com grupos que não se adequavam às suas regulações
É impossível reconciliar o uso que algumas pessoas fazem do nome do Deus de Jesus Cristo (Pixabay)

Tânia da Silva Mayer*

Desde que o mundo é mundo o ser humano recorre aos deuses para justificar sua origem e seu fim. Sua sorte e infortúnio também eram delegados às divindades em razão de uma compreensão mágica da própria existência. No fundo, a fase aguda dessa procura e apoio no divino para justificar a existência provoca uma humanidade infantilizada, descompromissada com a autonomia do sujeito e sua consequente responsabilidade diante de suas ações. É um rompimento radical com ética que torna a vida social possível.

Em nome de Deus, algumas instituições humanas justificaram suas práticas violentas para com grupos que não se adequavam às suas regulações. Nessa esteira estão as próprias igrejas cristãs, que, a partir de uma análise histórico-sociológica, pode-se ver hoje, sem dubiedade, o modo como exerceram e continuam a exercer a influência sobre nossas sociedades, a partir da prerrogativa de que suas crenças devem ser a baliza das relações sociais. Isso decorre da compreensão de que tais crenças são validadas por Deus, autoridade que não pode ser contestada.

Ainda nesse aspecto, também os indivíduos recorrem aos seus deuses para justificarem seu ponto de vista, pensamentos e atitudes diante dos outros e do mundo. E isso não resulta apenas num modo singular de compreender a vida, a existência e as relações. Resulta numa espécie de fundamentalismo que flerta até com atitudes criminosas e que se coloca em paz diante destas.

Por isso, não raras vezes vemos algumas pessoas advogarem para si mesmas uma justiça divina que normaliza seus crimes e violências. Com bastante frequência, isso tem acontecido, sobretudo, com relação ao cristianismo. O nome de Deus tem sido evocado e pronunciado como testemunha de estupros, assassinatos, desvio de dinheiro dos fiéis, racismo ou mesmo a xenofobia, a homofobia, o machismo, entre outros. Não há pudor, temor ou medo, trata-se de uma evocação, do uso de um discurso religioso para se dizer que está com a razão e justificar as injustiças praticadas e chanceladas sob a autoridade divina requisitada.

Logicamente, todos os nossos discursos acabam se entrecruzando com outros discursos e a procura por uma autoridade que os legitime é comum para todos nós. Mas é impossível reconciliar o uso que algumas pessoas fazem do nome do Deus de Jesus Cristo para justificarem seus erros e crimes, suas irresponsabilidades diante da vida, suas fés interesseiras e suas perversões mais horrendas.

Precisamente, o Deus de Jesus está sempre ao lado dos que sofrem, das vítimas do mundo e nunca de seus algozes. Repetir isso sobre o Deus de Jesus não é demais em um tempo em que seu nome tem sido pronunciado em vão, num vão de discernimento ético-humano, para nos fazer passar à normalidade as atitudes e os acontecimentos que escarneiam e negam radicalmente aquilo que o próprio Deus mostrou de si no cuidado dos pequenos e sofredores do mundo ao optar por suas vidas ameaçadas por aqueles que, em nome dos seus deuses, articulam maldades e vão tornando a vida social triste e impossível.

Domtotal 

*Tânia da Silva Mayer é mestra e bacharela em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE); graduanda em Letras pela UFMG. Escreve às terças-feiras. E-mail: taniamayer.palavra@gmail.com
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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

EXPERIÊNCIA MISSIONÁRIA NO DIA MUNDIAL DAS MISSÕES


No último dia 18, dia mundial das missões, missionários  visitaram  a comunidade  Paraíso Grande  no município  de Humaitá- AM .

Foi um  dia muito especial  de escuta  e  partilha  na comunidade  ribeirinha  São Luis Gonzaga  que com muita alegria  acolheu os missionários. Alguns deles  participaram da ordenação  do novo bispo da diocese  D. Fontinele  que estava em outra equipe  visitando a comunidade  Paraizinho.









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TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO PRECISA VOLTAR PARA COMBATER O FALSO CRISTIANISMO OPRESSOR

A Teologia da Libertação sempre foi um empecilho para os grupos opressores porque possibilitava a formação política das pessoas oprimidas
Os territórios periféricos e inviabilizados ainda sofrem com a perda dos direitos humanos fundamentais

Flávio José Rocha*

Qual a conexão entre o declínio da Teologia da Libertação e a ascensão dos grupos de extrema direita no Brasil? É fácil identificar o elo entre estes dois fatos observando o caso do estado do Rio de Janeiro. Basta ver que foi lá que o presidente Bolsonaro galgou a sua ascensão política como deputado federal antes de chegar à presidência, que o prefeito carioca é um bispo da Igreja Universal e o governador em exercício é um cantor gospel oriundo da Renovação Carismática Católica. A Arquidiocese do Rio de Janeiro nunca apoiou a Teologia da Libertação como aconteceu em outras dioceses e arquidioceses brasileiras, abrindo um vazio nas periferias que foi tomado por grupos religiosos conservadores e que teve como resultado a perda de fiéis para as igrejas neopentecostais. Várias lideranças destas novas denominações estão envolvidas com políticos da extrema direita, utilizando um discurso moralista para ganhar votos para seus aliados. O mesmo fenômeno não aconteceu de forma tão drástica onde a Igreja Católica manteve e ainda mantém uma presença nas lutas diárias do povo, a exemplo de vários estados do Norte e do Nordeste ou em certas áreas da periferia da cidade de São Paulo.

Há 50 anos o padre belga José Comblin (1923-2011) lançou o seu livro Théologie de la Révolution. No ano seguinte seria lançado o livro seminal Teología de la liberación pelo padre peruano Gustavo Gutiérrez. Alguns teólogos e teólogas protestantes também publicaram livros na mesma linha naquele mesmo período. Um planeta que se urbanizava e uma juventude que clamava por mudanças (clamor que explodiria no final dos anos sessenta), pedia novas reflexões sobre o pensar teológico e o papel das igrejas em um mundo que se reconfigurava religiosa e politicamente. No meio de todas estas mudanças, uma pergunta começava a circular no meio religioso da América Latina: Por que o continente com o maior número de cristãos é tão desigual economicamente? Se somos todos irmãos e irmãs como pregam as igrejas, há algo que não está sendo bem equacionado nesta irmandade supostamente de iguais, concluíam muitos dos que se aprofundaram neste questionamento.

Os protagonistas das ações de caridade da Igreja Católica não questionavam o que levava a milhões de pessoas a dependerem dos seus hospitais, escolas, orfanatos e casas de assistência com distribuição de comida. Aos poucos, isso foi mudando. No Brasil, por exemplo, um bispo começou a pensar diferente e criar inimigos dentro da elite carioca, cidade onde exercia o cargo de bispo auxiliar. O cearense dom Helder Câmara, sob certa influência do advogado católico Sobral Pinto e da Ação Católica da França, começou a mudar as opiniões integralistas que carregava desde a juventude. Além de ajudar a organizar a Ação Católica no Brasil, dom Helder repensou o seu papel como prelado na sociedade e como o seu poder poderia ajudar aos mais pobres. Este primeiro momento ainda estava no limite da caridade, mas já incomodava muitos fiéis católicos ricos da capital fluminense. Com a sua mudança para a cidade do Recife, que coincidiu com o início da ditadura civil-militar, as suas posições se direcionaram para a oposição ao regime autoritário com a denúncia sobre as arbitrariedades cometidas pela ditadura contra as prisioneiras e os prisioneiros políticos (não importando para ele se eram crentes ou ateus) e a luta por justiça social. Não à toa, dom Helder é o Patrono Brasileiro dos Direitos Humanos.

Quanto as outras igrejas, o vento também começava a soprar em direções diferentes. Em 1962, aconteceu na cidade do Recife o encontro Cristo e o Processo Revolucionário Brasileiro, patrocinado por algumas Igrejas Protestantes. Influenciados por teólogos e teólogas de suas igrejas irmãs na Europa e nos Estados Unidos, estas instituições tinham fiéis que também vinham questionando a desigualdade entre os brasileiros. Alguns deles começaram, inclusive, a despontar como lideranças no campo das lutas sociais, como o presbiteriano João Pedro Teixeira, líder das Ligas Camponesas na Paraíba que seria assassinado em 1962 por causa de sua luta por reforma agrária.

Não há dúvida de que sem a Teologia da Libertação o processo de repressão durante a ditadura civil-militar teria sido ainda pior. O compromisso de parte da hierarquia contra o regime ditatorial surpreendeu os militares que não perceberam a profundidade das novas ideias que estavam sendo semeadas desde a década anterior. Um dos resultados da oposição à ditadura foi o projeto Brasil: nunca mais, liderado pelo cardeal de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, pelo Rabino Henry Sobel e pelo Pastor Presbiteriano Jaime Wright. Juntos, eles lideraram uma equipe que produziu um relatório com denúncias sobre o que estava acontecendo nas prisões brasileiras com torturas, desaparecimentos e várias outras formas de repressão aos opositores dos militares. O relatório foi muito importante para documentar a opressão sofrida pelas vítimas.

Nos anos setenta as comunidades religiosas começaram a sair dos conventos e dos seminários. Esta ida para o mundo externo resultou no fortalecimento das Comunidade Eclesiais de Base, as famosas CEBs. Elas reuniam milhões de pessoas em pequenos grupos para a leitura e reflexão da Bíblia à luz da realidade social em que seus participantes viviam e isso proporcionou a formação do senso crítico sobre as opressões sofridas no mundo rural e nas periferias das grandes cidades de um número incontável de pessoas. Não fosse pelas CEBs, elas talvez nunca tivessem como receber toda aquela formação política. Era um lugar onde as pessoas podiam opinar sobre os problemas das comunidades onde viviam. Assumiam cargos nas coordenações e direções de diversas pastorais e, para a maioria, era a primeira vez que tinham os seus talentos para a liderança reconhecidos. De certa maneira, a Teologia da Libertação é uma Teologia da Prosperidade. Porém, não a prosperidade do Ter, mas sim a prosperidade do Ser de forma integral. As pessoas se sentiam reconhecidas como seres humanos e não apenas como mão de obra. Lá elas eram pessoas inteiras e não apenas donas de casa, trabalhadores da construção, empacotadeiras, desempregados, cortadores de cana ou empregadas domésticas. Nas CEBs esses trabalhadores e trabalhadoras se tornavam artistas, lideranças comunitárias, aprendiam sobre os seus direitos e algumas destas pessoas desembocaram na luta política partidária por perceberem que o poder institucional também lhes pertencia.

Os resultados positivos são imensuráveis para a população brasileira. Foi nas CEBs que surgiram muitas lutas que germinaram em movimentos sociais e que resultaram em ganhos concretos. Também não há dúvida de que não teríamos uma onda de governos progressistas nas últimas décadas com as vitórias dos candidatos Lula (Brasil), Rafael Correia (Equador), Fernando Lugo (Paraguai), Evo Morales (Bolívia) e Jean-Bertrand Aristide (Haiti) sem a influência desta corrente teológica. Ela também influenciou religiões não cristãs como podemos ver pela corrente do Budismo Engajado e os grupos mulçumanos na Europa e nos Estados Unidos preocupados com as liberdades individuais e o meio ambiente.

Tamanha influência da Teologia da Libertação começou a chamar a atenção ainda no final dos anos sessenta. Otto Maduro conta em seu livro Religião e luta de classes, como órgãos e governos internacionais de direita financiaram estudos sobre a movimentação de algumas lideranças das igrejas na América Latina por já estarem preocupados com o discurso anticapitalista que começava a permear as pregações religiosas. Claro que o ataque viria em algum momento. A partir dos anos setenta, as acusações na grande mídia contra as lideranças pró-Teologia da Libertação começaram a tomar as páginas dos jornais e das revistas de alcance nacional. Nos anos oitenta, os ataques se intensificaram até que, na década de noventa, esta corrente começou a sofrer a perda de influência nas igrejas como resultado da chegada ao poder de lideranças conservadoras. A Teologia da Libertação sempre foi um empecilho para os grupos opressores porque possibilitava a formação política das pessoas oprimidas e isso podia impedir que esses grupos permanecessem no poder que gozam até hoje. Claro que nem tudo era perfeito. A centralização de poder nas CEBs por parte de alguns ou o aproveitamento político por parte de outros fez parte da jornada dos grupos. Mesmo a ideia repetida por alguns líderes religiosos de que eram “a voz de quem não têm voz”, frase muito difundida durante o auge da Teologia da Libertação, mostra uma certa soberba perante os mais pobres, pois eles têm a sua voz, mas esta não é levada em conta. Somando estas e outras questões, isto não diminui em nada a sua importância.

É óbvio que não defendo o retorno da Teologia da Libertação na forma e no conteúdo das décadas passadas. A realidade é outra e novos pensamentos teológicos libertadores reverberaram em teologias focadas em certos grupos oprimidos, fazendo brotar a Teologia Indígena, Teologia Queer, Teologia Negra e as Teologias Feminista e Ecofeminista, por exemplo. Estes grupos foram buscando respostas às suas indagações e criaram as suas próprias reflexões e ações e isso só enriquece as possibilidades de avanços positivos para as pessoas oprimidas.

Os territórios periféricos e inviabilizados ainda sofrem com a perda dos direitos humanos fundamentais enquanto algumas lideranças religiosas conservadoras destes locais se comprometem, conscientemente ou não, com políticos que só farão estes direitos mais distantes das populações que lá vivem. A Teologia da Libertação mostrou que a não negação da fé é elemento importantíssimo para a conscientização das pessoas oprimidas em nosso continente por ser parte inerente da vida cotidiana do seu povo. Não podemos deixar este espaço vazio por mais tempo ou as consequências de termos as religiões sequestradas pela extrema direita serão desastrosas.

Bibliografia

MADURO, Religião e luta de classes. Petrópolis: Vozes. 1983.

PILETTI, Nelson; PRAXEDES, Walter. Dom Helder Câmara; entre o poder e a profecia. São Paulo: Ática. 1997.

Domtotal 

Outras Palavras

Flávio José Rocha é doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP, ator, escritor e multiplicador do Teatro do Oprimido desde o ano de 2005.
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MISSA DO 29° DOMINGO DO TEMPO COMUM É PRESIDIDA PELO PADRE ANDERSON NA COMUNIDADE MATRIZ EM BURITICUPU

Na manhã do domingo(18), a Comunidade Matriz recebeu com muita alegria o padre Anderson Galvão para juntos celebrarem a Santa Missa. Foi um momento de partilha da Palavra de Deus. Com a presença de muitos fiéis no pátio da igreja Matriz o Pe. Anderson nos agradeceu a Comunidade pela acolhida durante a sua formação para o ministério sacerdotal. 

Na sua homilia, ele encorajou a Comunidade a ser sempre fiel ao amor de Jesus Cristo. Nos fez refletir se, de fato, estamos dando a Deus o que de fato lhe pertence. Mostrou que o verdadeiro caminho é aquele ensinado por Jesus na sua Palavra. 

A comunidade o agradeceu pela partilha e deixou aberto o convite para estar presente sempre que possível. A Paróquia Santa Rita de Cássia estará sempre de braços abertos para te acolher.














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domingo, 18 de outubro de 2020

MONS. FONTINELE É ORDENADO BISPO E TOMA POSSE DA DIOCESE DE HUMAITÁ -AM

Numa celebração sob a presidência  do Bispo de Humaitá  D. Francisco  e  com a presença de   seis bispos da região,  do administrador apostólico de Ji -Paraná, Mons. Fontinele foi ordenado Bispo ontem, dia 17 de outubro às  17h00 na Catedral de Humaitá  com a presença de dezenas de padres,  muitos e religiosos (as)  e centenas de fieis que vieram de toda região.

A celebração eucarística foi marcada pelo agradecimento  aos trabalhos realizados durante os 20 anos de pastoreio de  D. Francisco e muita expectativa pela nova missão do novo Bispo  D. Fontinele que já é bem conhecido na  diocese de Humaitá que fica localizada no sul da Amazônia. 

Na final da celebração  D. Fontinele agradeceu  a Deus, aos familiares, e aos presentes.  Leu um poema de sua autoria em que destaca o serviço com lema da sua vida e pediu a todos que o ajudem nesta nova missão com as orações e se colocando disponível para trabalhar juntos  pelo reino de Deus.

Seu primeiro gesto como Bispo, será visitar neste domingo dia 18 de outubro, com alguns  padres da diocese e alguns que vieram para sua ordenção, as comunidades ribeirinhas distantes no dia mundial da missão.











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sábado, 17 de outubro de 2020

FIEIS PODERÃO DOAR POR MEIO DO PICPAY PARA COLETA MISSIONÁRIA NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA, 17 E 18 DE OUTUBRO


A coleta Missionária, a ser realizada no próximo fim de semana, 17 e 18 de outubro, dentro da Campanha Missionária 2020, oferece uma nova forma de contribuição. Quem desejar contribuir com a Campanha Missionária poderá fazer sua doação por meio do PicPay. Para isto, basta acessar o QR na imagem abaixo.

Fortalecimento presença missionária da Igreja

Neste ano, junto com o material da campanha, foi enviada às dioceses brasileiras a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões, com prestação de contas da coleta missionária de 2019. O fundo internacional de solidariedade ajudou na formação, animação e cooperação missionária em diferentes projetos nos cinco continentes: catequese, obras sociais, hospitais, leprosários, asilos, orfanatos, postos de saúde, centros de saúde mental, escolas, atendimentos à família, formação missionária ad gentes, etc. O Brasil na última campanha contribuiu para este fundo com o valor de R$8.854.027,18.

De acordo com o Papa Francisco, “celebrar o Dia Mundial das Missões também significa reafirmar como a oração, a reflexão e a ajuda material de suas ofertas são oportunidades para participar ativamente da missão de Jesus em sua Igreja. A caridade, expressa nas coletas das celebrações litúrgicas do terceiro domingo de outubro, destina-se a apoiar o trabalho missionário realizado em meu nome pelas Obras Missionárias Pontifícias, a fim de atender às necessidades espirituais e materiais dos povos e das Igrejas, em todo o mundo, para a salvação de todos”.

CNBB 

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