domingo, 12 de agosto de 2018

PADROEIRA DAS FAMÍLIAS I


Um patronato está ligado   a auxílio e proteção. É assim que a Igreja pensa quando designa um padroeiro ou uma padroeira a uma causa ou classe de pessoa. A escolha é sempre feita a partir de um fato da vida do santo ou à sua condição em vida.
Nada mais à convir, que falar de Santa Gianna Beretta Mola, padroeira das famílias, nesta semana. O faremos em duas partes. Na primeira, trataremos resumidamente da sua vida e, na segunda, da sua canonização.
Gianna, nasceu em 4 de outubro, de 1922, em Magenta, na Itália. De família católica, desde cedo participou da vida de sua comunidade. Mas na juventude ela teve seu   contato com a "Ação Católica" e se encantou.
Nossa Santa tem uma ligação muito próxima com o Maranhão, visto que aqui em meados do século passado, trabalhava em Grajaú, um de seus dois irmãos padres, o Frei Alberto Beretta. Homem admirado e louvado pelos sertanejos da região central do estado, porque além de sua exímia caridade pastoral havia fundado e administrava um hospital, que se dedicava ao tratamento dos mais pobres.
Este fato fez com que Gianna se formasse em medicina, pois desejava vir ao Maranhão como missionária e ajudar seu irmão no cuidado da pediatria. Mas foi desaconselhada por seu bispo e seu médico, devido questões de Saúde. E logo conheceu seu esposo Pedro Molla. Fez um belo namoro e noivado, e casou-se, em cerimônia assistida por seu outro irmão padre, Giuseppe. Tiveram 04 filhos.
Porém, na última gestação, quando Gianna já tinha 39 anos, descobriu-se que ela tinha um fibroma no útero e ela tinha três opções: retirar o útero doente (o que ocasionaria a morte da criança), abortar o feto ou, a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia arriscada para preservar a gravidez. Gianna não hesitou e disse: "Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!". A cirurgia ocorreu no dia 6 de setembro de 1961.
Ela deu entrada para o parto no hospital de Monza na Sexta-Feira Santa de 1962. No dia seguinte, 21 de abril, nasceu Gianna Emanuela. Sempre fiel, afirmava: "Entre a minha vida e a do meu filho, salvem a criança!". Gianna faleceu no dia 28 de abril de 1962 em casa.
 Fonte: benditoanuncio.com.br

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