sábado, 3 de novembro de 2018

PARA TUDO HÁ UM TEMPO, ECLESIASTES 3,1

Frei Adolfo Temme.( foto arquivo pessoal)

Tempo para nascer e tempo para morrer.
Tempo para plantar e tempo para arrancar.
Tempo para rir e tempo para chorar.
 
Estão perguntando se vai haver missa no Domingo. Sim, vai ter. Mas esta não é uma missa qualquer, porque chegou o TEMPO PARA CHORAR.
O tempo eleitoral acordou uma desunião calada no corpo da Igreja. Os que viviam em aparência de paz, se confrontaram e aprenderam a si xingar. Até os bispos foram insultados. Obviamente não tem nada que nos une nas coisas vitais.  E agora volta tudo ao que era? Todos ao seu nicho devocional? Levantando as mãos a Deus e entregando o destino ao Inimigo? Se a luta fosse com espadas, todos estariam sangrando. Mas já que foi com setas verbais, as feridas são invisíveis, porém reais. EXISTE UM TEMPO DE ATIRAR PEDRAS E TEMPO DE JUNTÁ-LAS. - Como se juntam pedras que não se vêem, mas que fazem a gente tropeçar?
Seria tempo de PROCLAMAR UM JEJUM. Um tempo suficiente para se arrepender e VOLTAR AO SENHOR. Foi defendido um projeto a favor dos prepotentes que tira a esperança dos mais desfavorecidos. Com voto de cristão. E agora é para esquecer ofensas e insultos. Como podemos voltar ao PAI NOSSO deste jeito?
HÁ UM TEMPO PARA ODIAR E TEMPO PARA AMAR DE NOVO. - Será que é tão fácil?
Meninos brigam e logo depois brincam de novo. Se eu continuo sentido, acham que sou errado. Estou de sentimento e peço respeito. Não quero festinhas agora. Recebo visitas de quem sente comigo. Rezo com aqueles que temem um futuro assustador. Não sou juiz de ninguém, mas da minha consciência sou juiz soberano.
PARA TUDO HÁ UM TEMPO: TEMPO DE FALAR E TEMPO DE CALAR.
 
frei Adolfo Temme
Teresina dia 2 de novembro de 2018     
 

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